Três regras de ouro para gerenciar a equipe de vendas externas

gestão de equipes Fev 25, 2016

Os objetivos das viagens corporativas ou de trabalhos remotos podem ser variados: ampliar os negócios, realizar treinamentos, conquistar novos clientes, marcar presença em exposições de modo a expandir os domínios da marca e no caso das empresas brasileiras, ao mesmo tempo em que buscam abrir frentes no exterior também visam regionalizar a atuação, oferecendo soluções específicas para as diferentes demandas.

Independente do tipo de trabalho a ser realizado, as despesas corporativas à serem reembolsadas são inevitáveis. Promover as viagens corporativas ou o trabalho remoto é uma ação primordial para as corporações que desejam manter um bom relacionamento com seu cliente, ao mesmo tempo em que estão atualizadas sobre o mercado e em contínua evolução.

O desafio está em como gerir os profissionais alocados em trabalhos externos. Para ter sucesso nessa gestão, é necessário manter um ciclo bem estruturado, eficiente e em constante modernização. Para não se perderem nesse emaranhado de possibilidades, **as companhias dependem de um gestor eficiente **que, para criar uma administração bem-sucedida, carece de ações e ferramentas apropriadas.

Eis o ciclo com as três regras de ouro para o supervisor de equipe de vendas externas:

1. Comunicação é o segredo do negócio

Se já é difícil gerenciar uma equipe que se reúne diariamente em um mesmo estabelecimento, gerir profissionais que saem a campo se torna um desafio e tanto. Para que a equipe de vendas externas esteja alinhada aos objetivos da companhia, é fundamental manter a comunicação ativa: cada um deve conhecer a missão, os valores e as políticas da organização, bem como saber exatamente o próprio papel dentro desse contexto.

2. Otimize as tarefas operacionais

A constante troca de informações com a equipe de vendas externas evidencia os gargalos que merecem atenção. Como planejamento e organização são premissas indiscutíveis, torna-se urgente explorar opções que diferenciam a boa administração: lance mão da tecnologia de modo a reduzir despesas, gerenciar dados e melhorar processos.

Segundo o portal Panrotas, empresas que adotam essa estratégia conseguem reduzir em cerca de 30% os custos com viagens. Curiosamente, uma pesquisa realizada em 2014 e publicada neste mesmo site indica que 52% das 257 empresas nacionais entrevistadas não usam ferramentas digitais para fazer as reservas ou controlar os gastos das viagens da equipe de vendas externas. Para se ter uma ideia, nos Estados Unidos 80% das companhias se beneficiam com os recursos tecnológicos.

Quer dizer, a corporação que quer sair na frente deve adotar uma política de gestão integrada à tecnologia. Um bom exemplo de automatização é o Portal RDV, software que otimiza o gerenciamento de relatórios de viagens.

3. Atualize-se sempre

As tendências batem à porta e há oportunidades de inovação por toda parte. Além de cursos (como o módulo de extensão oferecido pelo Senac e a agenda organizada pela Academia de Viagens Corporativas), há um calendário de eventos do setor promovidos pela Associação Latino-Americana de Gestores de Eventos e Viagens Corporativas (Alagev).

Procure, ainda, conhecer outras experiências de gerenciamento de equipes de vendas externas, afinal, podem existir novas soluções sendo aplicadas. O livro “Viagens de Negócios: Que Negócio É Esse?”, de Viviânne Martins e Eduardo Murad Jr., serve como exemplo.

Este item, portanto, fecha o ciclo. Por isso, assim que absorver o conteúdo recém-adquirido, transmita-o à equipe de vendas externas.

Como podemos ver, o sucesso da gestão de equipe de vendas externas depende da prática interligada dessas três regras de ouro, que formam um ciclo em contínua reavaliação e aprimoramento.

**Referências Bibliográficas **